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O Varejo Ambidestro: Tecnologia de Ponta e Conexão Humana

  • Foto do escritor: Atendimento FBM
    Atendimento FBM
  • há 7 horas
  • 2 min de leitura
fbm


O varejo atual se transformou em um verdadeiro campo de batalha. Com a exigência brutal por entregas imediatas e a concorrência desenfreada, a sobrevivência das marcas depende de uma capacidade única: a ambidestria.


De um lado, a eficiência operacional implacável; do outro, a sensibilidade para entender o fator humano.


Para navegar nesse cenário, André Pérez ,Head de Ofertas de Varejo e Moda da Totvs ,destaca três forças que estão moldando o presente do consumo:

1. O Motor da Autonomia:


Da IA Generativa à IA Agêntica


Se até pouco tempo a inteligência artificial generativa era a grande novidade, o jogo mudou para a IA Agêntica. Não falamos mais apenas de bots que respondem perguntas, mas de agentes que tomam decisões: remanejamento automático de estoque, análise preditiva de preços e correção de rupturas fiscais e logísticas sem intervenção manual.


A integração do comércio diretamente em plataformas de diálogo (como o carrinho de compras no ChatGPT, que chega ao Brasil em breve) prova que a tecnologia agora atua como o sistema nervoso do varejo, acelerando o ROI e simplificando a complexidade operacional.


2. A Bússola do Propósito:


Do "Share of Wallet" ao "Share of Passion"

Hoje, o varejo não concorre apenas com o vizinho, mas com o TikTok e a Netflix. O produto, por si só, tornou-se um souvenir. O consumidor moderno busca uma experiência emocional e um conteúdo que gere afeto.

As marcas líderes estão migrando do foco na carteira (share of wallet) para o foco na paixão (share of passion).


Construir um ecossistema de fãs exige que a marca seja relevante no digital e no físico, transformando o ato de compra em um momento de entretenimento e conexão real.


3. O Terreno da Realidade: Disciplina e Demografia


Crescer a qualquer custo não é mais uma opção. O terreno atual exige disciplina financeira rigorosa para suportar as incertezas geopolíticas. Além disso, há o desafio da bifurcação demográfica: como a sua loja atende, simultaneamente, à Geração Z e à melhor idade? O ponto de venda deve estar preparado para dialogar com públicos de necessidades e linguagens opostas.



O futuro do setor não é um horizonte distante; ele já impacta o presente através de soluções que processam grande parte do PIB nacional.


Para André Pérez, o segredo é utilizar a tecnologia como alicerce para que as marcas não apenas apareçam, mas permaneçam relevantes na mente e no coração dos clientes.

 
 
 

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